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Uma das discussões mais importantes da atualidade é a difícil conciliação entre um bom ambiente de trabalho e um alto nível de rendimento, que muitas vezes acarreta sofrimento mental. Estar em um ambiente saudável de trabalho é um dos fatores que determina nosso bem-estar geral; contudo, amplifica-se o número de pessoas que sofrem ao redor do mundo com transtornos mentais e comportamentais, intensificados por pressões no local de trabalho. Pesquisas apontam que esses transtornos serão a principal causa de incapacidade até 2020, além de serem a terceira causa de benefício previdenciário auxílio-doença no Brasil.

O médico do trabalho poderá, com ciência do paciente, realizar discussão clínica com o médico assistente acerca da doença do trabalhador que esteja relacionado ao trabalho, com a finalidade de que sejam promovidas mudanças laborais que possam prevenir doenças ou o agravamento da doença. É o que estabelece a Resolução CFM nº 2.183/2018, editada nesta sexta-feira (21), que trata das normas específicas para médicos que atendam o trabalhador. 

Dados preliminares do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) indicam que ao menos 22 mil trabalhadores precisaram ficar mais de 15 dias de suas atividades em 2017 por causa de algum tipo de doença relacionada com as lesões por esforço repetitivo e distúrbios osteomusculares (LER/Dort). O número representa 11,19% de todos os benefícios concedidos pelo INSS no ano passado.

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